Advertorial

Um incidente familiar fez aposentado descobrir como aliviar suas dores e as idas constantes ao banheiro.

Seu Luiz, de 63 anos revela com exclusividade como uma simples ida a praia o fez descobrir que seu corpo estava dando sinais que ele não havia percebido antes.

Imagem ilustrativa*

Era um sábado de manhã bem ensolarado daqueles que a primeira coisa que vem a cabeça é “praia”! Conversei com minha esposa “Vera” que a ideia era muito boa, podíamos passar na casa do nosso filho Marcus buscar nossos três netos e cair na estrada.

O plano era perfeito! Nós íamos descer para Peruíbe bem cedinho passear na orla da praia, comer camarão, tomar um banho gostoso no mar e então dar uma descansada de baixo do guarda sol vendo nossos netinhos brincarem na areia até não aguentarem mais…

Minha esposa ligou para nosso filho e disse que passaríamos na casa dele dentro de 1 hora para buscar nossos netos. Enquanto ela ligava para nosso filho eu fui correndo no banheiro fazer o numero “um” e desci lá na garagem para fazer uma revisão rápida no nosso carro.

Verifiquei:

Pneus

Fluidos

Alinhamento da suspensão e balanceamento das rodas

Triângulo, macaco e chave de roda

Barulhos na suspensão

Sistema elétrico

Sistema de limpeza dos vidros

E outros itens

Depois de ligar para nosso filho minha esposa foi correndo arrumar nossas coisas, nunca vi uma pessoa gostar tanto de praia que nem ela.

Em aproximadamente 40 minutos nós estávamos prontos!

Antes de buscar nossos netos paramos no posto para abastecer o carro e aproveitei para ir ao banheiro novamente, perguntei ao frentista se poderia usar o banheiro do posto rapidinho. Chegando lá, fiz o numero “um” novamente como de costume, senti um formigamento chato mas não dei importância, afinal já era rotina minha viver no banheiro.

Chegando na casa do nosso filho a alegria pairava no ar, o sol estava perfeito e nossos netinhos ansiosos pela viagem o momento emanava uma energia maravilhosa.

Antes de sair tiramos uma foto para registrar aquele momento maravilhoso, fizemos nossa oração e caímos na estrada.

A viagem estava tranquila, como era bem cedo por volta das 7 da manhã pegamos apenas um pouco de transito para sair da capital. Chegando na Rod. Imigrantes senti novamente uma vontade muito forte de ir ao banheiro. Dessa vez não tinha como parar o carro.

Tentei pensar em outras coisas para ver se a vontade passava! Coloquei mamonas para tocar no radio, meus netos adoram. Nós cantamos algumas musicas mas eu via que a vontade de ir ao banheiro não ia embora e estava claramente aumentando.

Mas aumentou tanto que chegou a um ponto que pensei que não ia dar para segurar… A única coisa que me passava na cabeça era que precisava colocar o “gigante para chorar”.

Quilômetros adiante aconteceu o pior pesadelo de toda a minha vida!

Alguns Quilômetros a frente a minha visão foi começando a ficar turva e eu comecei a suar frio, muito frio…

Minha esposa perguntou se tinha algo errado comigo, eu disse que não, que estava tudo bem…

Tinha a esperança de que a vontade ia passar e dava para segurar tranquilo! Quando achei que isso era ruim, algo pior aconteceu…

Comecei a sentir umas fisgadas bem fortes,e uma dor quase insuportável, mas tentei aguentar. Não queria estragar o passeio dos meus netos, eles estavam muito ansiosos.

Antes de chegar ao túnel, que desce a serra pegamos um pouco de trânsito para piorar a situação. Eu já não me aguentava de tanta dor.

Alguns metros adiante a fisgada ficou ainda mais forte, tão forte que fechei os olhos por um instante, e foi nesse instante que a vida da minha família ficou em perigo…

Graças a Deus estávamos a uma baixa velocidade e todos com cinto de segurança! Nós batemos na traseira do veiculo a nossa frente, nesse momento parece que o tempo ficou extremamente devagar.

A primeira coisa que pensei na hora, era saber se meus netos e minha esposa estavam bem.

O motorista do carro da frente saiu muito nervoso e com total razão. Quando saí do carro para explicar o que aconteceu, senti mais uma pontada, mas dessa vez foi tão forte que a vista começou a escurecer!

Minha visão ficou turva, e em câmera lenta tudo foi se apagando. Naquele momento eu sabia que tinha estragado tudo…

Meu corpo já havia dado sinais mas não percebi antes...

Depois de algumas horas eu acordei perguntei o que tinha acontecido comigo, me responderam que eu tinha uma sensibilidade maior do que o normal a “dor”. E que eu tinha sofrido um pequeno acidente.

Eu me lembro de alguns flashes! De ver uma ambulância, de ver minha esposa chorando. De estar deitado em uma cama.

Rapidamente me lembrei dos meus netos e minha esposa. Me disseram que eles estavam bem.

O especialista começou a me fazer algumas perguntas certeiras.

Do tipo:

Você está indo ao banheiro com muita frequência? Sente algum incomodo na hora de urinar?

Eu respondi que sim!

Ele disse que provavelmente eu senti mais sintomas e não dei atenção! Mas também como eu ia saber? Ir ao banheiro é algo tão simples!

Meu corpo estava dando os sinais e eu não percebi!

O especialista me explicou que fez uma coleta de exames e nos resultados constavam que a minha “próstata” estava maior do que o normal e por isso parte do canal entre a uretra e a bexiga ficou exprimido, isso faz com que a minha bexiga não esvazie por completo, além disso aumenta o risco de infecção, a vontade de ir ao banheiro se torna mais constante e com isso vem as dores.

Como tenho uma sensibilidade maior a dor do que outras pessoas, acabou disparando o meu sistema nervoso central, e foi essa situação que me fez cair.

A sorte era que a minha condição não era tão grave “ainda”, mas poderia vir a se tornar caso eu não fizesse algo. Por fim ele me explicou que as dores poderiam aumentar com o tempo.

Após ter alta, as três primeiras coisas que pensei foram:

1. Pedir desculpas a minha esposa e meus netos por não poder ter proporcionado o final de semana maravilhoso que eles teriam se eu não tivesse tido esse problema.

2. A segunda coisa que eu precisava fazer era me desculpar com o motorista do carro que eu havia batido, minha esposa havia pego o contato dele no dia do incidente.

3. Eu precisava encontrar uma forma de não deixar a minha situação se agravar.

Pesquisando na internet foi que encontrei o PRST

Pesquisando sobre novos métodos para pelo menos diminuir um pouco as fisgadas, descobri que especialista americanos tinham desenvolvido um óleo específico para este problema.

O melhor é que descobri que tem uma empresa no Brasil, desenvolvendo esse óleo. Ele é chamado de Prst, resolvi experimentá-lo. Entrei no site oficial, e para minha alegria, tinha um monte de depoimentos de homens com os mesmos sintomas que o meus dizendo que funcionou para eles.

 

Minha experiência usando o Prst​ durante os dias na Praia

Dia 1 – Ele chegou em menos de 5 dias na minha casa. Assim que chegou já pinguei na boca a quantidade recomendada no rótulo. Em seguida tomei café e fui curtir o primeiro dia na praia com meus netos. Se eu disser que fui mais de 4 vezes ao banheiro naquele dia ainda assim é muito. É muito bom, mas fico em dúvida se vai continuar assim daqui pra frente.

 

Dia 3 – Uma coisa que percebi de diferente nesse dia, é que a noite eu peguei no sono bem rápido, sem acordar para ir ao banheiro. Realmente, o que o especialista disse tinha razão. Tinha algo de errado comigo.

 

Dia 7 – Estava me sentindo mais disposto e não sentia nenhuma formigação e nenhuma dor. Nunca me senti tão bem!

 

Dia 14 – Quando voltei da praia, fiz um exame para ver se estava tudo certo comigo. E acabei descobrindo que os exames estavam ainda melhores do que a última vez. Foi inacreditável, mas explica o porquê da vontade de ir ao banheiro ter sumido.

 

Dia 21 – Depois de 20 dias com o Prst, aquele peso entre as pernas sumiu, não sinto mais dores, fisgadas, formigamentos, vontade de urinar e mais nada do tipo. Valeu totalmente a pena

Hoje faz exatamente 2 meses que estou usando o Prst, eu já não sinto mais nenhuma crise de dor, as vezes aparece um incômodo ou outro, mas nada que faça eu colocar a vida da minha família em risco de novo.

O meu especialista ficou espantado ao ver minha situação. Quando terminamos de conversar, ele me perguntou como eu havia conseguido aliviar os sintomas da Próstata de forma tão rápida.

Eu abri o jogo e falei sobre o PRST e como usei esse óleo para ajudar nos sintomas. Na mesma hora, eu o vi puxando o celular e comprando alguns frascos para dar as pessoas que sofriam com os mesmos sintomas que os meus.

ATENÇÃO, NÃO COMPRE O PRST ANTES DE SABER DISSO

Após a matéria feita com Luis, entramos em contato com a empresa fabricante do PRST aqui do Brasil e conseguimos um desconto de 50% para nossos leitores.

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Agora é com você!

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PRST é aprovado pela Anvisa como Produto da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) conforme RDC 21 de 25/04/2014, sendo dispensado de registro, pois é avaliado como 100% Seguro para o consumo da população. AVISO: Os resultados podem variar de pessoa para pessoa a fórmula de saúde não garante, que obterá 100% do resultado obtido das pessoas deste artigo. Este produto não se destina a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Esta informação não constitui aconselhamento médico e não deve ser considerada como tal. Consulte o seu médico antes de modificar o seu regime médico regular.